para conhecer e gerir as emoções

Orientar-se entre as próprias emoções

Todos os observatórios estudam o mundo exterior. Este está voltado para dentro: arte, psicologia e introspeção para distinguir os problemas verdadeiros dos fictícios e fazer escolhas de crescimento pessoal.

Observatório Interior

Porquê um observatório interior?

Já alguma vez olhou profundamente para dentro de si e teve dificuldade em mover-se por emoções e pensamentos? Algumas partes interiores puxam numa direção, outras na direção oposta — depois surgem resistências, desânimo e uma miríade de problemas de todos os lados.

Todos os observatórios cumprem uma necessidade: a orientação. No mar ou no deserto é preciso conhecer as estrelas e ter uma constelação de referência. Mas esses observatórios estudam o mundo exterior. Faltava um observatório destinado a estudar o que se passa em nós, no mundo das emoções e dos pensamentos: por isso construímos um.

Um navegador observa as estrelas

Um navegador observa as estrelas — Microsoft Designer

Problemas reais e problemas fictícios

O nosso raciocínio tem duas atividades principais:

Resolver problemas

Uma atividade preciosa — especialmente se guiada pela intuição.

Criar problemas

A mente também é muito boa nisto: cria uma miríade de problemas fictícios que escondem os reais. O resultado? A confusão.

Se não conseguirmos distinguir entre problemas reais e fictícios, tornamo-nos pessoas «problemáticas». O Observatório mostra as forças interiores — as que comandam em nós — com as suas dinâmicas e estratégias de cobertura. Reconhecer intenções, expectativas e objetivos ajuda a sair da confusão emocional e a fazer escolhas de crescimento pessoal.

As secções do Observatório